Funcionário foi embora. O acesso dele ficou
Você demitiu alguém há três semanas. O e-mail corporativo dele ainda está ativo. Ele ainda consegue entrar no Google Drive, no sistema de gestão, talvez até no CRM.
Isso não é descuido pontual. É o estado padrão de empresas que não têm rotina de offboarding de TI.
Por que acontece
Quando alguém é desligado, o RH cuida da rescisão, o gestor recolhe o crachá e o notebook. Mas ninguém liga para a TI — ou pior, a TI é o próprio funcionário que saiu.
O resultado: acessos ativos por dias, semanas, às vezes meses. Em alguns casos, permanentemente.
O risco real
Ex-funcionário insatisfeito com acesso ao sistema de clientes é um problema jurídico, comercial e operacional ao mesmo tempo. Não precisa de má-fé para gerar dano — acesso indevido a dados pessoais já configura violação de LGPD, independente da intenção.
Mas mesmo sem intenção maliciosa: conta ativa é superfície de ataque. Se o ex-funcionário reutiliza senhas e uma dessas contas vazar em outro serviço, a conta corporativa vira porta de entrada.
O que uma rotina de offboarding de TI inclui
- Bloqueio imediato do e-mail corporativo e redirecionamento para gestor
- Revogação de acesso a todos os sistemas no mesmo dia do desligamento
- Troca de senhas compartilhadas que o colaborador conhecia
- Verificação de dispositivos com acesso a dados da empresa (celular, notebook pessoal)
- Registro de quais dados o colaborador tinha acesso — para fins de auditoria
Parece trabalhoso. Mas com processo documentado leva menos de 30 minutos por colaborador.
Como prevenir
Gestão centralizada de identidades — seja via Microsoft Entra ID, Google Workspace ou outro diretório — permite revogar todos os acessos de uma vez, com um clique. Sem precisar lembrar sistema por sistema.
Empresas sem essa estrutura precisam de checklist manual. Não é ideal, mas é melhor que nada.
A V2B monta essa rotina para PMEs que não têm equipe de TI interna. Fale com a gente e veja como blindar o ambiente da sua empresa no desligamento de colaboradores.
